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Informações técnicas

Argamassas Colantes

Quais são os tipos de misturadores usados para fabricação de argamassa?

Os misturadores mais usados são: Betoneiras, misturadores verticais (tipo misturadores de ração com rosca sem fim), misturadores horizontais e os mais modernos a ar comprimido.

Qual o tempo de mistura ideal para cada tipo?

O tempo de mistura varia de um misturador ao outro.
– Misturadores Verticais (Rosca sem Fim): São misturadores do tipo rosca sem fim e são mais eficientes que as betoneiras, pois seu tempo de mistura gira em torno de 15 minutos. A vantagem deste equipamento é a possibilidade de se fazer um conjunto: Pré-misturador, misturador propriamente dito, moega (reservatório) e ensacadeira. Este misturador consegue uma produção muito superior ao da betoneira com uma diminuição de mão de obra. É hoje um dos mais usados.
– Misturadores horizontais (tipo aletas/pás internas): Dentre os até aqui relatados é o mais eficiente deles. Tem um alto custo na aquisição, porém sua manutenção é uma das baixas entre os misturadores, fazendo seu custo-benefício um dos mais atraentes. Sua eficiência de mistura é uma das melhores e seu tempo de batida gira em torno de 7 minutos.
– Misturados tipo Ar comprimido: É sem dúvida o melhor e mais eficiente dentre todos os misturadores do mercado, porém tem um altíssimo valor de aquisição e sua manutenção requer pessoas especializadas. Seu tempo de mistura gira em torno de 1 minuto.

Qual o tipo de cimento utilizado na fabricação de Argamassa Colante?

Recomenda-se a utilização do Cimento ARI-CPV, para fabricação de Argamassa Colante, pois suas características de alta resistência inicial são indicadas para este tipo de Argamassa.

Posso utilizar outro tipo de cimento para no lugar do CPV-ARI?

Por problemas de logística e política de vendas o Cimento ARI CP-V, não é encontrado em todo território nacional, porém sempre utilize os fabricantes de Cimento que atendam à norma (NBR 12989). Portanto na falta do Cimento CP V, pode-se usar outros tipos de cimento portland existentes no mercado. Vale lembrar que toda argamassa deve ser analisada para atender as normas ABNT/NBR.

Qual o tipo de areia que se deve ser utilizada na fabricação de Argamassa Colante?

Até hoje nunca foi feito um estudo aprofundado sobre qual é a areia ideal para fabricação de argamassa colante, porém em nossos registros e pelos testes executados em nosso laboratório, defendemos que a granulometria ideal é aquele que tem uma curva acentuada para preencher todos os espaços e aumentar a área de contato. Não pode-se ter uma quantidade de finos muito alta e observar se existem materiais orgânicos.
Pede-se também que a areia não seja de rio, pois nesse tipo, os grãos tendem a ter seu formato arredondado, podendo assim diminuir a resistência. Porém, isto não quer dizer que areia retirada do rio não sirva, caso você só tenha este tipo de areia, mande uma amostra para a Aditex de seus materiais, que teremos o maior prazer em realizar os testes necessários para conseguirmos desenvolver uma argamassa colante ideal para você, dentro das normas da ABNT.

Quais são os tipos de Argamassas Colantes?

Os tipos de argamassas colantes são: AC-I, AC-II, AC-III e AC-III – E.

AC-I

É o tipo de argamassa colante mais vendida. É para uso interno.

AC-II

É a chamada Argamassa para uso externo, tem em sua formulação aditivos que possibilitam sua utilização em ambientes externos sem perder suas características.

AC-III

É a argamassa externa utilizada em condições severas, tais como piscinas, pisos comerciais etc.

AC-III – E

É a argamassa para porcelanato, pois é um tipo de piso de baixíssima absorção requerendo da argamassa uma adesão química.

Existe alguma norma que regulamente as argamassas?

Sim. As argamassas colantes são regulamentadas pelas normas 14081/98, 14082/98, 14083/98, 14084/98, 14085/98 e 14086/98.

Rejuntamento

O que é Rejuntamento?

Rejuntamento é o preenchimento das juntas das placas cerâmicas durante seu assentamento.

Por que se deve rejuntar?

Além da função estética, a mais importante é permitir a movimentação da cerâmica e de seu substrato, evitar o estufamento do painel quando da expansão e ter a capacidade de absorver a todas intempéries sem perder suas características.

Quais são os misturadores para rejuntamento?

Os misturadores são os já citados anteriormente para argamassas colantes, porém usados somente para misturar rejuntamento. Suas características também são as mesmas. Somente no caso da betoneira o tempo passará para 45 minutos.

Posso fabricar rejuntamento com areia?

Sim, pode-se fabricar rejuntamento com areia, porém vale salientar que a granulometria desta areia tende a ser muito fina, pois o rejuntamento diferente da argamassa requer acabamento.

Além da areia posso usar outro tipo de agregado?

Sim, o Calcário Dolomítico (dolomita), Calcário calcitico (Calcita), Filler Calcário etc, é largamente utilizado na fabricação de rejuntamento. Porém indicamos o Calcário Dolomítico, na malha entre 100 e 200.

Quando meu rejuntamento esfarela, o que pode ser?

São muitas as variáveis. Pode ser que o rejuntamento esteja pobre de cimento, quantidade exagerada de qualquer tipo de estearato, granulometria desequilibrada (muito fina), mal misturado, muita água de assentamento ou falta de retentor de água.

Meu rejuntamento fica todo riscado quando aplico na parede.

Este problema é chamado de Rabo de Foguete, e ocorre quando o rejuntamento é aplicado, e em sua superfície aparecem alguns riscos, como se fossem riscos de caneta (normalmente da cor do rejuntamento, porém mais forte). Este problema pode ser resolvido aumentado o tempo de mistura, aumentando a granulometria do agregado e melhorando a eficácia do misturador.

Quanto mais eu misturo o rejuntamento, menor quantidade eu uso de pigmento?

Em parte, pois o pigmento tem um limite de mistura. Se este limite for ultrapassado, o efeito se dá ao contrário, pois aí os cristais do pigmento começam a quebrar-se, inibindo sua função básica que é de colorir. Tudo isto está relacionado ao tipo de misturador e tipo de agregado utilizado.

O rejuntamento que eu fabrico para áreas internas, serve também para áreas externas?

Não. O rejuntamento para área externa é diferente, pois em sua formulação há uma grande quantidade de polímeros para suportar as intempéries do tempo.

O que é eflorescência?

Eflorescência é a cristalização dos sais livres (sais solúveis normalmente de cálcio, potássio e sódio) formados pela absorção de água e posteriormente transportados do interior do material para a superfície durante o processo de secagem. Quando da evaporação desta água em contato com a atmosfera temos então a solidificação, quase sempre como se fosse uma cascata saindo do rejuntamento ou outro local e invariavelmente de cor branca.
A eflorescência pode também acontecer não somente nas argamassas em geral, mas podem se manifestar nas cerâmicas. Neste caso as cerâmicas sem esmalte são as de maior incidência. Tal problema ocorre devido à evaporação dos sais contidos na massa de biscoito cerâmico, que quando da sua evaporação podem migrar para a superfície trazendo então a eflorescência.
Quando as manchas são de cor marrom ou verde, além dos sais, já ditos anteriormente, temos também manganês, óxido de ferro e material orgânico.
Obs: Todo cimento apresenta sais solúveis, em maior ou menor quantidade.

Como diminuir a incidência das eflorescências?

Escolher matérias e melhorar procedimentos, como comprar tijolos cerâmicos de boa qualidade, utilizar os cimentos com menor qualidade de sódio e potássio, rejuntar somente após 72 horas permitindo a carbonatação da argamassa colante e principalmente evitar uma quantidade excessiva de água na mistura do rejunte, pois pode diminuir a resistência, alterar a coloração e principalmente torná-lo permeável.

Existe alguma norma para rejuntamentos?

Sim. Os rejuntamentos estão na norma NBR – Requisitos e métodos de ensaios.
Normas técnicas para Rejuntamento http://www.aditex.ind.br/normas%20rejuntamento1.htm

Dicionário de Química

A

• ACETILENO: também denominado ETINO (CH º CH). Gás facilmente inflamável, usado em solda oxi-acetilênica.
• ACETONA: nome oficial propanona. É um líquido incolor, muito volátil, menos denso que a água e solúvel em água e álcool.
• ACIDIFICAR: o mesmo que acidular. Tornar ácido. Adicionar composto ácido, diminuindo o pH para valores inferiores a sete.
• ÁCIDO LÁCTICO: é um ácido propanóico que foi substituído um hidrogênio por um grupo hidroxila do carbono secundário, é produzido em seus músculos quando você faz exercício físico. Este ácido está também presente no leite azedo.
• ADSTRINGENTE:substância que produz constrição, ou seja, que “amarra”a boca, como banana verde ou caju.
• AEROSSOL: é um líquido ou sólido disperso num gás. Exemplos: neblina, nebulizador na terapia por umidificação e os frascos tipo “spray”.
• AGENTE DESIDRATANTE: remove a água de uma outra substância através de uma reação química chamada desidratação.
• ÁGUA BRANDA: água predominantemente livre de íons cálcio (Ca+2) e íons magnésio (Mg+2).
• ÁGUA DE HIDRATAÇÃO: água que é retida nos cristais de um composto.
• ÁGUA DURA: água que contém os íons cálcio (Ca+2) e os íons magnésio (Mg+2).
solução.
• ÁLCALI: Uma base solúvel em água, quando dissolvida produz íons OH-.
• ALCANOS: compostos binários de carbono e hidrogênio de fórmula geral CnH2n+2, também denominados hidrocarbonetos saturados, por apresentar somente ligações simples entre seus átomos.
• ALCENOS: Também denominados alquenos. Hidrocarbonetos insaturados por apresenta uma ligação dupla na molécula. Tem fórmula geral CnH2n.
• ALCINOS: Também denominados alquinos. Hidrocarbonetos insaturados por apresentar uma ligação tripla na molécula. Tem fórmula geral CnH2n-2.
• ALCADIENOS: Hidrocarbonetos insaturados que apresenta duas ligações duplas na sua molécula. Tem fórmula geral CnH2n-2.
• ÁLCOOL: composto orgânico que contém o grupo hidroxila ou oxidrila (OH-) ligado a um carbono saturado.
• ÁLCOOL 96 GRAUS GL: também chamado de álcool etílico hidratado, é uma mistura de 96% de etanol (álcool etílico) e 4% de água. Sendo uma mistura azeotrópica.
• ÁLCOOL ISOPROPÍLICO: este álcool é usado em solução aquosa a 70% como desinfetante para a pele e em produtos após barba. Ele age como adstringente, fazendo com que o tecido se contraia, endurecendo a pele e limitando as secreções.
• ALDEÍDO: composto com um grupo funcional carbonila e de fórmula geral RCHO, onde o R é um átomo de hidrogênio, um grupo alquila ou um grupo arila.
• ALÓTROPOS: formas de um mesmo elemento com diferentes estruturas moleculares ou cristalinas. Diamante e grafite são alótropos do carbono.
• AMIDAS: a família das amidas entre compostos nitrogenados se forma pela combinação de uma amina com um ácido carboxílico. O nitrogênio, da amina, perde um átomo de hidrogênio e o ácido perde o grupo hidroxila, originando água.
• AMINAS: são compostos orgânicos derivados da substituição de um ou mais átomos de hidrogênio na amônia (NH3) por grupos orgânicos alquilas ou arilas.
• ANIDRO: descreve uma substância que perdeu sua água de cristalização.
• ÂNION: íon com carga elétrica negativa.
• ÂNODO: na eletroquímica corresponde ao eletrodo que sofre oxidação.
• ANTIUMECTANTE: é a substância capaz de reduzir a absorção de umidade pelos alimentos.
• AROMATIZANTE: tem como função realçar ou fornecer aroma e sabor aos alimentos.

B

• BIOLUMINESCÊNCIA: é a emissão de luz (luminescência) produzida por um ser vivo (vaga-lume).

C

• CARBOIDRATO: composto orgânico, tal como o açúcar, que contém somente os elementos C. H e º
• CAFEÍNA: é uma molécula nitrogenada, um alcalóide,encontrada nos grãos de café e folhas de chá, é o estimulante do sistema nervoso central mais extensamente usado sem prescrição médica.
• CALCÁRIO: é uma rocha sedimentar que é composta largamente por minerais de carbonato, especialmente carbonato de cálcio e magnésio.
• CALCINAÇÃO: processo de aquecimento de corpos sólidos para provocar sua decomposição, mas sem oxidação pelo ar atmosférico. O calcário (carbonato de cálcio) ao ser calcinado transforma-se em cal viva (óxido de cálcio) e gás carbônico (dióxido de carbono).
• CÁLCIO: símbolo Ca. Um elemento metálico cinzento e macio pertencente ao grupo 2. É usado como um absorvedor de gás, em sistemas aspiradores e como desoxidante na produção de ligas não ferrosas. Pode ser ainda utilizado como agente redutor na extração de metais como o tório, zircônio e urânio. O cálcio é um elemento essencial para os organismos vivos, sendo necessário para o seu crescimento e desenvolvimento.
• CATALISADOR: uma substância que aumenta a rapidez de uma reação química, mas que aparece inalterada ao final da reação.
• CÁTION: íon ou grupo com carga elétrica positiva.
• CÁTODO: na eletroquímica corresponde ao eletrodo que sofre redução.
• CÉLULA ELETROQUÍMICA: sistema que consiste em um eletrólito, dois eletrodos (cátodo e ânodo) e um circuito elétrico.
• CERA: uma substância sólida ou semi-sólida. Existem dois tipos principais. As ceras minerais são misturas de hidrocarbonetos com pesos moleculares elevados. A cera de parafina, obtida do petróleo, é um exemplo. As ceras segregadas por plantas ou animais são principalmente ésteres de ácidos gordos e geralmente têm funções de proteção.
• CETONA: compostos orgânicos que contêm o grupo funcional carbonila — CO — e fórmula geral R C O R’, sendo R e R’ grupos alquila ou arila.
• CFC: abreviatura para clorofluorcarboneto, destroem a camada de ozônio.
• CHAMA: uma mistura quente e luminosa de gases que estão queimando. A reação química numa chama são principalmente reações em cadeia de radicais livres e a luz provém da fluorescência de moléculas excitadas ou de íons ou ainda da incandescência de pequenas partículas (carbono).
• CHUMBO TETRAETILA: um líquido incolor, Pb(C2H5)4, insolúvel em água, solúvel em benzeno, etanol, éter e petróleo. É usado em combustíveis para motores de combustão interna para aumentar o número de octanas e reduzir o ruído do motor. O uso do chumbo tetraetila em gasolina resulta na emissão de compostos de chumbo perigosos para a atmosfera.
• CIMENTO: é qualquer das substâncias usadas para ligar ou fixar materiais duros. O cimento Portland é uma mistura de silicatos de cálcio e aluminatos produzido pelo aquecimento de calcário com argila num forno.
• CNTP: abreviatura de Condições Normais de Temperatura e Pressão ( 0oC e 1 atm).
• COLÓIDE: são sistemas no qual há duas ou mais fases, com uma (a fase dispersa) distribuída na outra (a fase dispersante). As partículas coloidais são maiores que aquelas encontradas em soluções, mas menores que as encontradas em suspensão.
• COMBURENTE: nome dado à substância que é REDUZIDA em uma reação de combustão. No senso comum, é o oxigênio do ar atmosférico. O oxigênio é o principal comburente, porém temos casos isolados de combustões em que o comburente é o CLORO, o BROMO ou o ENXOFRE.
• COMBUSTÍVEL: nome dado à substância que é OXIDADA em uma reação de combustão.No senso comum, é a substância que sofre queima quando em presença de oxigênio do ar. Exemplos: madeira, álcool, papel, derivados do petróleo, etc.
• COMBUSTÃO: é uma reação química de oxidação-redução onde necessariamente temos a presença de um combustível e de um comburente, geralmente o oxigênio. Esta reação sempre libera energia calorífica e luminosa no espectro visível ou não.
• COMBUSTÃO TOTAL: também chamada combustão completa, ocorre quando temos oxigênio em quantidade suficiente para reagir todo o combustível e liberar o máximo de energia possível.
• COMBUSTÃO PARCIAL: também chamada combustão incompleta, ocorre quando a quantidade de oxigênio necessária não esta sendo utilizada, ou seja uma quantidade insuficiente e os produtos formados serão outros.
• COMPOSTO BINÁRIO: composto formado somente por dois elementos.
• COMPOSTO COVALENTE: sólido cristalino formado somente por ligações covalentes.São substâncias duras de altos pontos de fusão.
• COMPOSTO IÔNICO: qualquer composto neutro formado por cátions e ânions que formam uma estrutura cristalina, chamada de reticulo cristalino.
• COMPOSTO METÁLICO: qualquer composto formado por um tipo de metal ou por vários tipos de metais,unidos por ligações metálicas e formando um sólido cristalino.
• COMPOSTO MOLECULAR: são compostos que só apresentam ligações covalentes entre seus átomos, intramoleculares, mas não entre moléculas, intermoleculares.
• COMPOSTO NÃO POLAR: um composto que tem moléculas covalentes sem momento dipolar permanente. O metano e o benzeno são exemplos de compostos não polares.
• COMPOSTOS ORGÂNICOS: compostos que contém carbono, geralmente combinado com hidrogênio, nitrogênio e enxofre.
• COMPOSTO POLAR: um composto que é iônico(NaCl) ou que tem moléculas com um elevado momento dipolar (H2O).
• CONSERVANTE: significa qualquer substância capaz de retardar ou impedir o processo de fermentação, acidificação ou outra decomposição do alimento ou de mascarar qualquer evidência desses processos ou de neutralizar os ácidos gerados por quaisquer desses processos.
• CORANTE: substâncias usadas para dar cor a tecidos, couro, alimentos, papel, etc. Os compostos usados para tingir são geralmente compostos orgânicos contendo ligações duplas conjugadas.
• CORROSÃO: deterioração dos metais por um processo eletroquímico.
• CORROSIVO: que corrói, danifica.
• CRAQUEAMENTO: é o processo de produzir compostos orgânicos de cadeias menores partindo-se de cadeias maiores, pelo calor.
• CRISTAL: Um sólido com formas poliédricas regulares. Todos os cristais de uma mesma substância desenvolvem-se de modo a terem os mesmos ângulos entre suas faces. No entanto, poderão não ter a mesma aparência exterior porque faces diferentes podem desenvolver-se a velocidades diferentes, dependendo das condições. Refere-se a forma externa de um cristal como a forma do cristal. Os átomos, íons e moléculas que formam o cristal tem uma disposição regular e esta é a estrutura do cristal.

D

• DETERGENTE: é uma substância que adicionada à água melhora as suas propriedades de limpeza. Os detergentes são compostos que levam estas substâncias não polares a formarem uma solução com água.
• DIÁLISE: se refere à difusão de partículas do soluto através de uma membrana semipermeável. A diálise separa pequenas moléculas e íons das grandes moléculas que formam os colóides.
• DIATÔMICO: formado por 2 átomos.
• DIFRAÇÃO DE RAIOS X: a difração de raios X por um cristal. Os comprimentos de onda dos raios X são da mesma ordem de grandeza das distâncias entre os átomos na maioria dos cristais e o padrão repetitivo da rede cristalina age com uma rede para os raios X.
• DIFUSÃO: o processo segundo o qual diferentes substâncias (sólidos, líquidos ou gases) se misturam como resultado do movimento aleatório dos seus componentes: átomos, moléculas ou íons.
• DILUIÇÃO: procedimento para preparar uma solução menos concentrada a partir de outra mais concentrada pela adição de solvente.
• DILUÍDO: descrição de uma solução que tem uma concentração relativamente baixa de soluto.
• DISPERSÃO: sistema constituído por duas ou mais espécies químicas uniformemente distribuídas entre si.

E

• EBULIÇÃO: passagem violenta de um liquido a vapor (vaporização rápida) devido ao superaquecimento. As bolhas se formam a uma pressão superior à pressão atmosférica.
• EDULCORANTES: é uma substância orgânica artificial, não glicídica, capaz de conferir sabor doce aos alimentos.
• ELETRÓLISE: processo que utiliza energia elétrica para realizar uma reação química não espontânea.
• ELETRÓLITO: substância que ao ser dissolvida na água, forma uma solução que pode conduzir eletricidade.
• ELÉTRON: partícula subatômica que tem uma massa muito pequena e possui uma carga elétrica unitária negativa.
• ELEMENTO: uma substância que não pode ser decomposta em substâncias mais simples.Num elemento, todos os átomos têm o mesmo número de prótons e de elétrons, apesar do número de nêutrons poder variar.
• ELEMENTOS REPRESENTATIVOS: elementos pertencentes aos grupos 1, 2 e 13 a 17 com sua camada mais externa incompleta.
• ELEMENTOS TRANSURÂNICOS: elementos com números atômicos maiores que 92.
• EMULSÃO: consiste de um líquido disperso em outro líquido ou num sólido. Exemplo: leite homogeneizado, maionese, etc.
• ENANTIÔMEROS: isômeros ópticos, pois apresentam todas as propriedades físicas e químicas iguais, mas desviam o plano da luz polarizada para lados diferentes.
• ENFERRUJAMENTO: corrosão do ferro (ou aço) formando-se óxidos de ferro III hidratado. O enferrujamento ocorre na presença tanto de água como de oxigênio.
• EQUAÇÃO QUÍMICA: uma forma de representar uma reação química usando os símbolos das partículas participantes (átomos, moléculas, íons, etc…)
• ESPESSANTE: substância capaz de aumentar, nos alimentos, a viscosidade de soluções, emulsões e suspensões.
• ESPUMA: é um gás disperso num líquido ou sólido. Exemplo: creme “chantilly”.
• ESTABILIZANTE: substância que favorece e mantém a características físicas das emulsões e suspensões.
• ESTEQUIOMETRIA: as proporções relativas nas quais os elementos formam compostos ou segundo as quais as substâncias reagem.
• ÉSTERES: compostos que tem a fórmula R’COOR, onde R’pode ser hidrogênio, um grupo alquila ou arila e R é um grupo alquila ou arila, mas não hidrogênio.
• ETANOL: pertence à classe dos álcoois e é solúvel em água em qualquer proporção, pois tem uma parte polar que estabelece pontes de hidrogênio com a água.
• ÉTER: composto orgânico que contém o grupo funcional R-O-R’, sendo R e R’ grupos alquila ou arila.
• ÉTER DE PETRÓLEO: uma mistura de hidrocarbonetos incolor, volátil e inflamável, principalmente de pentano e de hexano. Ferve entre 30 a 70 graus Celsius e é usado como solvente.
• EVAPORAÇÃO: escape das moléculas desde a superfície de um líquido pelo aumento de sua energia cinética, também se chama vaporização lenta.

F

• FAMÍLIA: conjunto de elementos de uma coluna da tabela periódica.
• FERMENTAÇÃO: uma forma de respiração anaeróbica que ocorre em certos microorganismos, ex. leveduras. Compreende uma série de reações bioquímicas através das quais o açúcar é convertido em etanol e dióxido de carbono.
• FERRO GUSA: a forma impura de ferro produzida num alto forno, que é fundida em lingotes(blocos) para serem convertidos mais tarde em ferro fundido, aço, etc. A composição depende dos minérios usados, do processo de fusão e do fim que será dado aos lingotes.
• FLUORESCÊNCIA: emissão de radiação eletromagnética de um átomo ou molécula em particular na região visível, precedida pela absorção de um fóton.
• FORMALDEÍDO: ou metanol, é um gás incolor frequentemente usado a 37% (m/v) em solução aquosa, chamada formalina. Nesta forma, ele é germicida e usado como desinfetante e é também um preservativo que endurece tecidos.
• FOSFORESCÊNCIA: a emissão de luz (luminescência) permanente após a causa da excitação ter sido removida é chamada fosforescência.
• FULERENO: é um alótropo do carbono também chamado de Buckminsterfullerene ou Buckyball (C 60) representado por uma esfera de 60 átomos de carbono distribuídos em 12 pentágonos e 20 hexágonos, semelhante a uma bola de futebol.
• FUSÃO NUCLEAR: combinação de núcleos pequenos para formar núcleos maiores.

G

• GÁS IDEAL: este gás apresenta moléculas com volume desprezível e forças entre elas também desprezíveis e as colisões entre as moléculas seriam perfeitamente elásticas.
• GÁS LIQUEFEITO DO PETRÓLEO: vários gases de petróleo, principalmente propano e butano, armazenados como líquidos sobre pressão. Pode ser usado como um combustível para motores e tem vantagem de provocar poucos depósitos na cabeça do cilindro.
• GÁS NATURAL: uma mistura de gases de hidrocarbonetos que ocorre naturalmente encontrado em rochas sedimentares porosas na crosta terrestre, geralmente em associação com depósitos de petróleo. É constituída principalmente por metano (85%), etano (10%), propano (3%) e butano.
• GÁS REAL: suas moléculas ocupam um volume finito, há pequenas forças entre as moléculas e em gases poliatômicos as colisões são até certo ponto inelásticas.
• GASES NOBRES: elementos não metálicos do grupo 18 (He, Ne, Ar, Xe e Rn). Com exceção do hélio todos apresentam oito elétrons no último nível, o mais externo.
• GEL: é uma dispersão de sólido em líquido, sendo que a quantidade de sólido é bem maior e pode ser obtida por evaporação do líquido. Exemplo: geléias e gelatina.
• GRISU: é o gás metano que se forma nas minas de carvão.

H

• HIGROSCÓPICO: substância que absorve água do ar.
• HIDROCARBONETOS: compostos constituídos somente por carbono e hidrogênio.
• HIDROCARBONETOS ALIFÁTICO: hidrocarbonetos que não contém o grupo benzênico ou anel benzênico.
• HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS: hidrocarbonetos que contém um ou mais anéis benzênicos.
• HIDROCARBONETOS INSATURADOS: hidrocarbonetos que contém ligações duplas ou triplas entre átomos de carbono.
• HIDROCARBONETOS SATURADOS: hidrocarbonetos que somente contém ligações covalentes simples.
• HIDROFÍLICO: substância que é atraída pela água.
• HIDROFÓBICO: substância que sofre repulsão quando em contato com a água.
• HIGROSCÓPICA: que tem tendência em absorver água.

I

• INDICADORES: substâncias, usualmente de origem natural, que apresentam cores diferentes em meios ácidos ou básicos.
• ÍNDICE DE OCTANOS: medida da tendência da gasolina em causar detonação.
• ÍON: partícula carregada que se forma quando um átomo neutro ou um conjunto de átomos ganha ou perde um ou mais elétrons.
• IONIZAÇÃO: é o processo de produção de íons em solução, em reação ou quando átomos ou moléculas recebem energia.
• ISOELETRÔNICOS: são íons ou átomos que possuem o mesmo número de elétrons e portanto tem a mesma configuração eletrônica no estado padrão.
• ISÔMEROS: compostos químicos que têm a mesma fórmula molecular mas diferente estrutura molecular ou diferentes arranjos dos átomos no espaço.
• ISÔMEROS GEOMÉTRICOS: compostos com o mesmo tipo e número de átomos e iguais ligações químicas, mas diferentes distribuições espaciais de seus átomos.
• ISÔMEROS ÓPTICOS: compostos que apresentam assimetria molecular, ocorre em alcadienos acumulados, compostos cíclicos com isomeria geométrica trans e quando o composto apresentar carbono assimétrico.
• ISÔMEROS PLANOS: moléculas que tem a mesma fórmula molecular mas diferentes fórmulas estruturais.

J

• JADE: uma pedra dura semi-preciosa constituída tanto por jadeíta como nefrite. É apreciada pela sua cor verde translúcida mas também ocorrem variedades brancas, verdes e brancas, castanho e laranja.

L

• LEI DA CONSERVAÇÃO DAS MASSAS: num sistema fechado, a massa permanece constante qualquer que seja o fenômeno que se verifique no seu interior. Numa reação química, a massa total dos reagentes é igual à massa total dos produtos.
• LEI DAS PROPORÇÕES DEFINIDAS: amostras diferentes do mesmo composto contém sempre seus elementos constituintes nas mesmas proporções em massa.
• LEI DE AVOGADRO: a pressão e temperatura constante o volume de um gás é diretamente proporcional ao número de moles de gás presente.
• LEITE: é um líquido branco, opaco e de sabor doce, pouco mais denso que a água. É formado por gorduras (3,5%), proteínas (3,5%), açúcares (4,5%), sais minerais (0,7%) e água.
• LIGA: uma mistura de um metal com quantidades determinadas de outros metais ou ametais, preparada quando todos estão fundidos. O bronze é uma liga de cobre e estanho, enquanto o aço é uma liga de carbono e ferro.
• LIGAÇÃO COVALENTE: ligação onde os átomos compartilham elétrons.
• LIGAÇÃO COVALENTE DATIVA: também chamada de coordenada. Ligação onde um par de elétrons provêm unicamente de um dos átomos ligantes.
• LIGAÇÃO IÔNICA: força eletrostática que mantém os íons unidos em um composto iônico.
• LIPÍDIOS: são formados por diferentes tipos de moléculas encontradas nas plantas e nos animais e que se dissolvem em solventes orgânicos não polares como o éter, clorofórmio, benzeno e alcanos.
• LIQUEFAÇÃO: a conversão de uma substância gasosa num líquido. Grandes quantidades de gases liquefeitos são usados hoje em dia comercialmente, especialmente gás liquefeito de petróleo (GLP) e gás natural liquefeito.
• LUMINESCÊNCIA: a emissão de luz por uma substância por qualquer razão sem ser o aumento da sua temperatura. Em geral, os átomos de substâncias emitem fótons de energia eletromagnética quando transitam ao estado fundamental depois de terem estado num estado excitado.
• LUZ POLARIZADA EM UM PLANO: luz em que os componentes do campo elétrico e magnético se encontram em planos específicos.

M

• MACROMOLÉCULA: qualquer molécula com uma Massa Molecular relativa maior do que cerca de 10000.
• MASSA MOLECULAR: a soma das massas atômicas, em unidades de massa atômica (uma), dos átomos que constituem a molécula.
• MASSA ATÔMICA: massa de um átomo em unidades de massa atômica.
• MASSA CRÍTICA: massa mínima de material requerida para ser fundida e gerar uma reação nuclear espontânea em cadeia.
• MASSA MOLAR DE UM COMPOSTO: massa, em gramas ou quilogramas, de um mol do composto.
• MATÉRIA: qualquer coisa que ocupa espaço e possui massa.
• MEMBRANA SEMIPERMEÁVEL: membranas que permitem passar moléculas de solventes em uma solução, mas não de soluto.
• METAIS ALCALINOS: o grupo 1 na tabela representado pelos elementos lítio (Li), sódio (Na), potássio (K), rubídio (Rb), césio (Cs) e frâncio (Fr).
• METAIS ALCALINOS TERROSOS: o grupo 2 na tabela representado pelos elementos: berílio (Be), magnésio (Mg), cálcio (Ca), estrôncio (Sr), bário (Ba) e rádio (Ra).
• METAIS DE TRANSIÇÃO: são os metais do grupo 3 ao grupo 12 que possuem elementos formadores de materiais fortes e duros, que são bons condutores de calor e eletricidade e que têm pontos de ebulição e de fusão muito elevados. Compostos coloridos, paramagnéticos e bons catalisadores.
• METALURGIA: é a ciência e a tecnologia de separação dos metais a partir de seus minerais.
• METILAÇÃO: uma reação química na qual um grupo metil (CH3 –) é introduzido numa molécula. Um exemplo particular é a substituição de um átomo de hidrogênio por um grupo metil.
• MÉTODO CIENTÍFICO: um enfoque sistemático de uma investigação.
• MÉTODO DO MOL: tratamento para determinar a quantidade de produto formado em uma reação.
• MINÉRIO: material de um depósito mineral em forma suficientemente concentrada para permitir a recuperação do metal desejado. Esse metal geralmente está ligados à átomos de oxigênio.
• MISTURA: combinação de duas ou mais substâncias que conservam sua identidade e podem ser separadas através de processos físicos.
• MISTURA HETEROGÊNEA: é uma mistura em que os componentes permanecem fisicamente separados, ou seja, apresentam mais de uma fase.
• MISTURA HOMOGÊNEA: depois de uma agitação, a composição da mistura é a mesma em toda a solução, ou seja, apresenta apenas uma fase.
• MISTURA RACÊMICA: mistura equimolar de dois enantiômeros.
• MINERAL: uma substância que ocorre naturalmente que tem uma composição química característica e em geral, uma estrutura cristalina.
• MISCIBILIDADE: se diz que dois líquidos que são completamente solúveis entre si, em todas as proporções, são miscíveis.
• MOL: quantidade de substância que contém tantas entidades elementares, átomos, moléculas ou outras partículas, quantos átomos existem em 12 gramas do isótopo do carbono-12.
• MOLÉCULA: agregado de pelo menos dois átomos, com uma distribuição definida, que se mantém unidos através de ligação covalente.
• MONÔMERO: uma molécula ou composto que se junta a outros para formar um dímero, trímero ou polímero.

N

• NÊUTRON: partícula sem carga elétrica encontrada no núcleo de todos os átomos(exceto no átomo de 1H).
• NOX OU NÚMERO DE OXIDAÇÃO: carga real ou aparente de um átomo.
• NÚCLEO: porção central do átomo, carregada positivamente e constituída por prótons e nêutrons.
• NÚMERO ATÔMICO: é o número de prótons existentes no núcleo de um átomo.

O

• ÓLEO: qualquer dos vários líquidos viscosos que são geralmente imiscíveis com água. As plantas naturais e os óleos animais ou são misturas voláteis de ésteres simples ou são glicerídeos de ácidos graxos. Os óleos minerais são misturas de hidrocarbonetos (Ex. petróleo).
• OSMOSE: movimento das moléculas de um solvente através de uma membrana semipermeável na direção da solução mais concentrada.
• OSMOSE INVERSA: método de dessalgação que usa alta pressão para forçar a água a passar de uma solução muito concentrada para uma mais diluída através de uma membrana semipermeável.
• ÓXIDO ANFÓTERO: óxido que apresenta tanto propriedades ácidas como básicas.
• ÓXIDO BÁSICO: são óxidos formados principalmente pela união do oxigênio com metais, adquirindo características básicas ou alcalinas.
• OXIÁCIDOS: ácidos que contém hidrogênio, oxigênio e outro elemento central.

P

• PARTÍCULA ALFA: ver raios alfa.
• PARTES POR MILHÃO: são muito úteis em medidas ambientais, onde concentrações extremamente pequenas de poluentes podem ser significativas. Uma parte por milhão (1 ppm) significa, por exemplo, um miligrama (1 mg) de uma substância misturada em um quilograma (1 kg ) de outra substância.
• PETRÓLEO: é um óleo que ocorre naturalmente constituído principalmente por hidrocarbonetos com alguns outros elementos, como enxofre, oxigênio e nitrogênio. Na sua forma não refinada o petróleo é conhecido como óleo cru.
• pH: é o logaritmo negativo da concentração dos íons hidrogênio.
• PLASMA: estado da matéria em que um sistema gasoso esta constituído por íons positivos e elétrons.
• POLIETILENO: é um polímero de adição produzido a partir do etileno e produz tubos macios, flexíveis e quimicamente resistentes usados para terapia endovenosa e em cateteres para uso prolongado.
• POLÍMERO: molécula grande que é formada pela união de moléculas menores – unidades chamadas monômeros – através de uma reação denominada polimerização.
• PÓLVORA: um explosivo constituído por uma mistura de nitrato de potássio, enxofre e carvão.
• POTENCIAL PADRÃO DE OXIDAÇÃO: voltagem medida quando ocorre uma oxidação em um eletrodo e todos os solutos estão com concentração igual a 1 molar e os gases estão a 1 atmosfera.
• PRECIPITAÇÃO: 1. Todas as formas sólidas e líquidas de água que são depositadas pela atmosfera; inclui chuva, chuvisco, neve, graniza, orvalho e geada. 2. a formação de um precipitado.
• PRECIPITADO: uma suspensão de pequenas partículas sólidas produzida num líquido por reação química.
• PROCESSO EXOTÉRMICO: processo que libera calor para o meio externo.
• PROCESSO ENDOTÉRMICO: processo que absorve calor do meio externo.
• PRODUTO: substância que se forma como resultado de uma reação química.
• PROPRIEDADES MACROSCÓPICAS: propriedades que podemos medir de forma direta, sem a ajuda de instrumentos.
• PROPRIEDADES MICROSCÓPICAS: propriedades que não podem ser medidas diretamente sem a ajuda de um microscópio ou outro instrumento especial.
• PROPRIEDADE QUÍMICA: qualquer propriedade de uma substância que não pode ser estudada sem ocorrer a transformação de uma substância em outra.
• PROTEÍNA: qualquer elemento de um grande grupo de compostos orgânicos que se encontram em todos os seres vivos. As proteínas contêm carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e a maioria contêm também enxofre.
• PROTEÍNA DESNATURADA: quando aquecidas ou sujeitas a fortes ácidos ou bases, as proteínas perdem a sua estrutura terciária específica e podem formar coágulos insolúveis. Geralmente as suas propriedades biológicas são desativadas.
• PROTEÍNA SIMPLES: proteína que contém somente aminoácidos.
• PRÓTON: partícula subatômica que tem uma carga elétrica unitária positiva. A massa do próton é 1840 vezes maior que a massa do elétron.
• PONTO DE EBULIÇÃO: temperatura na qual a pressão de vapor de um líquido se iguala a pressão atmosférica externa.
• PONTO DE FUSÃO: temperatura em que existem em equilíbrio as fases sólida e líquida.

Q

• QUILATE: uma medida da fineza (pureza) do ouro (Au). O ouro puro é descrito como ouro de 24-quilates. O ouro de 14-quilates contém 14 partes em 24 de ouro, sendo o restante normalmente cobre (Cu).
• QUÍMICA ORGÂNICA: ramo da química que estuda os compostos do carbono.
• QUIMILUMINESCÊNCIA: é a emissão de luz (luminescência) por uma reação química, como a oxidação lenta do fósforo.
• QUIRAL: compostos ou íons em que suas imagens opostas são sobreponíveis

R

• RADIAÇÃO: emissão e transmissão de energia através do espaço em forma de ondas.
• RADIATIVIDADE: ruptura espontânea de um átomo por emissão de partículas e/ou radiação.
• RADICAL: qualquer fragmento de uma molécula que contenha um elétron desemparelhado.
• RAIOS ALFA: radiação que corresponde a núcleos de hélio ou íons de hélio com carga positiva +2.
• RAIOS BETA: nome dado a um feixe de elétrons.
• RAIOS GAMA: radiação eletromagnética de alta energia.
• REAÇÃO DE NEUTRALIZAÇÃO: reação entre um ácido e uma base.
• REAÇÃO DE OXIDAÇÃO: semi-reação que implica na doação de elétrons por uma substância ou elemento.
• REAÇÃO DE REDUÇÃO: semi-reação que implica recebimento de elétrons por uma substância ou elemento.
• REAÇÃO DE SIMPLES TROCA: um átomo ou íon de um composto troca por outro átomo de outro elemento.
• REAÇÃO NUCLEAR EM CADEIA: seqüência de reações de fissão nuclear espontânea.
• REAÇÃO REDOX: reação onde ocorre transferência de elétrons ou troca dos números de oxidação das substâncias que tomam parte dela.
• REAGENTE: substância que é consumida em uma reação química.

S

• SAL: composto iônico constituído por um cátion diferente do íon hidrogênio e um ânion distinto da hidroxila ou do oxigênio.
• SAPONIFICAÇÃO: a reação de ésteres com bases, com a formação de álcoois e sais de ácidos carboxílicos (sabão).
• SEROTONINA: molécula responsável pela transmissão de impulsos nervosos. Encontrada nos neurônios, sangue e parede dos intestinos. Regula o humor, impetuosidade, sono, libido, apetite, memória, função cardiovascular, contração muscular, agressividade.
• SOL: um colóide no qual pequenas partículas sólidas estão dispersas numa fase líquida contínua.
• SOLDA: uma liga metálica usada para ligar superfícies de metal, quando aquecida e fundida.
• SÓLIDO CRISTALINO: sólido que possui uma rígida organização de seus átomos, moléculas ou íons, ocupando posições bem específicas.
• SÓLIDO AMORFO: sólido sem forma, pois necessita de organização tridimensional periódica de seus átomos ou moléculas.
• SOLUBILIDADE: quantidade máxima de soluto que se pode dissolver em uma quantidade dada de solvente, a uma temperatura específica.
• SOLUTO: substância presente em menor quantidade na solução.
• SOLUÇÃO: é uma mistura homogênea formada por um soluto e um solvente.
• SOLVENTE: é a substância na qual a dissolução ocorre. O solvente mais conhecido e usado no mundo é a água.
• SUBLIMAÇÃO: processo em que as moléculas passam diretamente da fase sólida para a fase de vapor.
• SUBSTÂNCIA: forma da matéria que tem uma composição definida ou constante e propriedades que a diferenciam.
• SUBSTÂNCIA IÔNICA: espécie química pura que apresenta pelo menos uma ligação iônica, entre metal e não metal ou entre hidrogênio e metal.
• SUBSTÂNCIA MOLECULAR: espécie química, cujas ligações entre átomos são exclusivamente covalentes, mas entre suas moléculas podem ser pontes de hidrogênio ou forças de Van der Waals.
• SUBSTÂNCIA COVALENTE: espécie química, sujas ligações entre seus átomos são exclusivamente covalentes. Ex: diamante e sílica.
• SUSPENSÃO: são misturas de partículas ainda maiores do que as partículas dos colóides. As suspensões são heterogêneas, sedimentam quando deixadas em repouso, e podem ser separadas pelo uso do papel de filtro. A água barrenta contém partículas de solo em suspensão.

T

• TEMPERATURA CRÍTICA: temperatura acima da qual não conseguimos liquefazer um gás com aumento da pressão.
• TENSÃO SUPERFICIAL: a propriedade de um líquido que o faz comportar-se como se sua superfície estivesse revestida por uma pele elástica.
• TRANSMUTAÇÃO NUCLEAR: troca que sofre um núcleo como resultado do bombardeamento com nêutrons ou outras partículas. Mudança de um elemento químico em outro.
• TOXINA: substância venenosa produzida por seres vivos.

U

• UMECTANTE: substância capaz de evitar a perda da umidade dos alimentos.
• UNIDADE DE MASSA ATÔMICA: massa exatamente igual a 1/12 da massa de um átomo de carbono 12.
• URÂNIO: símbolo U. Um elemento metálico radioativo e branco que pertence aos actíneos. O urânio-235 sofre fissão nuclear com nêutrons lentos e é usado como combustível em reatores nucleares e em armas nucleares.
• USTULAÇÃO: processo metalúrgico pelo qual se tratam minérios, especialmente sulfetos, os quais, sob a ação do calor e do oxigênio do ar fornecem o metal e gás sulfuroso.

V

• VAPORIZAÇÃO: o escape de moléculas da superfície de um líquido.
• VIDA MÉDIA: tempo requerido para que a concentração de um reagente diminua a metade do seu valor inicial.
• VIDRO: produto opticamente transparente, obtido da fusão de materiais inorgânicos que foi resfriado a um estado rígido sem cristalizar.
• VINHOTO: cada litro de álcool obtido na destilação produz cerca de 12 litros de resíduos da substância não fermentada, os quais recebem o nome de VINHOTO.
• VISCOSIDADE: medida da resistência de um fluído ao escoamento.
• VOLÁTIL: substância que possui uma pressão de vapor que pode ser medida.
• VOLUME MOLAR: é o volume ocupado por um mol de substância.
• VULCANIZAÇÃO: processo que consiste em submeter a borracha a um aquecimento (140 graus Celsius) prolongado com enxofre (aproximadamente 7%) em presença de óxidos metálicos. Serve para eliminar inconvenientes da borracha, tais como ser dura e quebradiça no inverno, mole e pegajosa no verão, e macia, não oferecendo resistência à tração e ao desgaste.

Dicionário da Construção

A

• Abraçadeira: é uma peça em ferro que tem como função segurar as vigas do madeiramento ou paredes.
• Absorção de água: é uma medida da porosidade das peças cerâmicas que se expressa pelo percentual de absorção de água sobre o peso total da peça, medida segundo ensaio normatizado.
• Aclive: apresentação do terreno em subida, com relação à rua.
• Aderência: capacidade da argamassa para fixar uma peça a uma determinada base. Pode ser de dois tipos:
• Aderência química: produzida quando, entre dois materiais, desenvolvem – se uniões por contato.
• Aderência mecânica: originada pela penetração e pelo endurecimento do cimento no interior dos poros da base e da peça.
• Afogar: colocar muita água na preparação de argamassa.
• Agrimensura: é a medição da superfície do terreno.
• Água – furtada: é o espaço entre duas ou mais tesouras no telhado, caso haja janelas pode ser chamado também de mesarda.
• Água – mestra: são planos trapezoidais da cobertura dos telhados retangulares de quatro águas.
• Alicerce: base de alvenaria ou concreto que fica sob o solo e tem como função sustentar a edificação.
• Alizar: moldura que contorna a porta ou a janela, dando acabamento entre a parede e o forramento, melhorando seu aspecto.
• Alpendre: normalmente utilizada em entrada de casas, é uma cobertura apoiada em pilar ou coluna.
• Alvenaria: obra composta de blocos ou tijolos cobertos de argamassa, sendo utilizada em muros, paredes e alicerces.
• Argamassa: é uma mistura íntima e homogênea de um ou mais aglomerantes com agregado miúdo e água.
• Argamassa colante: argamassas que proporciona uma pasta viscosa, plástica e aderente.
• Argamassa epóxi: argamassas que possui alta resistência mecânica e química, sendo utilizada para assentamento e rejuntamento.
• Arquitrave: viga de sustentação apoiada sobre as extremidades das colunas.

B

• Balanço: é uma saliência projetada além da prumada da obra que não possui estrutura de sustentação.
• Bandeira ou bandeirola: caixilho fixo ou móvel sobre janelas ou portas que tem a função de aumentar a ventilação e luminosidade do ambiente.
• Basculante: modelo de porta ou janela que possui um eixo horizontal onde gira até atingir a posição perpendicular em relação ao batente ou esquadria.
• Bitola: dimensionamento do diâmetro do aço, ferro ou madeira.
• Boneca ou ombreira: paredes laterais das portas que limitam a largura do vão. Convencionalmente usa – se 10cm, podendo haver variações inclusive deixando de existir.
• Brise: saliência colocada na fachada ou na lateral da edificação, na posição vertical ou horizontal, com o objetivo de impedir a ação direta do sol e mantendo a mesma ventilação. brita: nome dado às pedras fragmentadas.

C

• Cachorro: peça que dá sustentação aos beirais, pisos de sacadas e balcões.
• Caibro: elemento com secção quadrada que sustenta ripas de telhados ou tábuas de assoalhos.
• Caixilho: parte da esquadria que sustenta o vidro.
• Calafetar: vedar fendas, trincas ou defeitos surgidos na construção.
• Calha: cano para escoamento das águas das chuvas dos telhados das casas.
• Capilaridade: medida da quantidade de água que absorve uma argamassa, indicando sua impermeabilidade.
• Carbonatação superficial: fenômeno pelo qual aparecem manchas brancas na superfície de um revestimento à base de cimento.
• Chanfrar: cortar em diagonal os ângulos retos de um elemento.
• Chapiscar: aplicar massa grossa em uma superfície, deixando – a áspera para facilitar a aderência de reboco.
• Chumbar: fixar, com cimento, qualquer elemento à alvenaria.
• Cimeira: viga ou trave colocada no ponto mais alto do telhado.
• Clarabóia: abertura situada no telhado e fechada por vidro, para levar ventilação e luminosidade aos ambientes
• Coluna: em formato cilíndrico, é um elemento de sustentação estrutural.
• Concreto: é um material resultante da mistura íntima e proporcionada de um aglomerante ( cimento ), agregado miúdo, agregado graúdo e água.
• Concreto armado: é o uso de concreto em armações de ferro.
• Contrapiso: é uma camada de cimento e areia utilizada para nivelar o piso antes deste receber o acabamento.
• Corpo: parte de uma construção feita entre duas paredes paralelas.
• Cumeeira: arremate da finalização das telhas nos vértices da cobertura ou parte mais alta do telhado onde acontece o encontro das águas.
• Cura: processo de endurecimento da argamassa ou concreto, produzido pela reação química do cimento com a água, ou a própria carbonatação do cal.

D

• Deck: piso em madeira ripada usado para circundar piscinas e banheiras.
• Declive: apresentação do terreno em descida, com relação à rua.
• Demão: camada de tinta ou outro líquido sobre uma parede.
• Desaterro: local onde foi retirado uma grande quantidade de terra.
• Desempenadeira: instrumento utilizado para aplainar a massa sobre a parede.
• Deslizamento: deslocamento para baixo de um revestimento aplicado na posição vertical sobre a superfície de argamassa.
• Desvão: espaço entre as telhas e o forro.
• Domo: cobertura translúcida no alto de uma construção, que oferece iluminação e ventilação naturais.
• Dreno: sistema de dutos e tubos subterrâneos utilizado para escoar a água de terrenos alagadiços.

E

• Elemento vazado: peça com aberturas que serve para ser colocada em muros, paredes e fachadas, tendo como objetivo a passagem de luz.
• Emboço: é a primeira camada de argamassa aplicada nas paredes, feita com areia grossa e não peneirada.
• Escora: arrimo de um elemento construtivo que não suporta a carga a ele dirigida.
• Esquadria: qualquer tipo de caixilho, como janelas e portas.
• Estanqueidade: capacidade que um material tem de impedir totalmente a passagem de um líquido.
• Estrutura: elementos que sustentam a edificação.
• Estudo preliminar: é o estudo da viabilidade da construção e a solução para o anteprojeto.
• Estuque: massa a base de cal, gesso, areia, cimento e água, utilizada como revestimento em forros e paredes.

F

• Fachada: faces da construção, conhecidas como fachada principal ( a da frente ) e fachada posterior e lateral ( para as demais ).
• Filete: moldura estreita conhecida como friso.
• Fio: indicação para corte de peças de cerâmica, madeira, vidro ou mármore.
• Fissura: trinca superficial no concreto ou alvenaria.
• Flexibilidade: propriedade da argamassa de suportar deformações provocadas pelo exercício de uma força em três pontos, sem ruptura.
• Folha: parte de portas e janelas que necessitam de dobradiças para se mover.
• Frechal: viga que dá sustentação à tesoura do telhado.
• Fundação: idem ao alicerce.

G

• Gabarito: marcação feita de fios que determina os limites da obra e onde ficarão os pilares.
• Gárgula: cano recolhedor de águas pluviais acumuladas na calha.
• Granilite: revestimento contínuo para pisos e paredes à base de argamassa de cimento e pó ou fragmentos de mármore.
• Granzer: madeira embutida no contrapiso na qual serão afixados os tacos ou as tábuas corridas.
• Guarda – corpo: grade de proteção utilizada em sacadas, escadas e mezaninos.

H

• Habite-se: documento que libera a edificação para seu uso específico.
• Hidrófugo: produto que evita umidade da casa quando misturado à argamassa ou à tinta.

I

• Impermeabilidade: resistência que um revestimento oferece à penetração de água.
• Impermeabilização: técnica que evita a penetração de água na construção.
• Implantação: é a demarcação exata de todos os ambientes da edificação dentro do terreno.
• Inchamento: aumento de volume de areia quando molhada.

J

• Jirau: estrado ou laje onde se possa circular sobre ele e abaixo dele.
• Jorramento: é inclinação do mero ou parede com a espessura da base superior à do topo.
• Junta: espaço regular entre duas peças de materiais idênticos ou distintos.
• Junta de assentamento: espaço regular entre duas placas cerâmicas adjacentes.
• Junta de movimentação: espaço regular cuja função é subdividir o revestimento do piso, para aliviar tensões provocadas pela movimentação da base ou do próprio revestimento.
• Junta de dessolidarização: espaço regular cuja função é separar o revestimento do piso, para aliviar tensões provocadas pela movimentação da base ou do próprio revestimento.
• Junta estrutural: espaço regular cuja função é aliviar tensões provocadas pela movimentação de uma estrutura de concreto.

L

• Ladrão: é um canal de escoamento do excesso de água, encontrado em reservatórios e pias.
• Lençol freático: ponto de acumulação de águas subterrâneas.
• Longarina: viga de sustentação que varia de acordo com o comprimento de uma estrutura, servindo de apoio para escadas e pisos elevados.

M

• Macho e fêmea: peça que possui duas extremidades na qual uma possui uma reentrância e a outra uma saliência.
• Manilha: tubo de barro ou concreto instalado no subterrâneo para conduzir águas servidas. A manilha de concreto ainda pode ter função estrutural.
• Mão francesa: elemento estrutural inclinado que serve para ligar um componente em balanço à parede.
• Massa: argamassa comum utilizada no assentamento de tijolos.
• Massa corrida: massa à base de PVA acrílico que prepara a superfície, deixando – a lisa para ser pintada.
• Massa desempenada: massa aplicada com desempenadeira.
• Massa fina: argamassa utilizada para rebocar paredes e muros.
• Massa grossa: argamassa utilizada para chapiscar paredes e muros.
• Meia – água: telhado com apenas um plano inclinado.
• Meia – parede: paredes baixas usadas como divisórias ou construídas com meio – tijolo.
• Meio – tijolo: tijolo assentado pelo comprimento.
• Mezanino: piso intermediário que se volta para o inferior com pé – direito duplo.
• Módulo de elasticidade: medida da capacidade de uma argamassa para se deformar. Quanto menor for o módulo, maior é a capacidade de a argamassa deformar – se.

N

• Nicho: cavidade na parede reservada para armários e prateleiras.
• Nível: equipamento que verifica a horizontalidade de um terreno.
• Nivelamento: regularização de um terreno por aterro ou desaterro.

O

• Oitão: parede lateral de uma construção situada sobre a linha divisória do terreno.
• Orientação: posição da casa em relação aos pontos cardeais.

P

• Pano: extensão de paredes ou muros.
• Parede solteira: parede que não chega até o forro.
• Parapeito: proteção que chega até a altura do peito em locais altos.
• Partido: opção arquitetônica que atende fatores como topografia, clima, programa familiar entre outros aspectos.
• Pátina: oxidação natural ou artificial que confere a uma peça ou superfície o aspecto envelhecido.
• Pé – direito: altura de uma edificação do piso ao teto.
• Peitoril: elemento colocado na parte inferior de uma janela com o objetivo de dar acabamento, e ao mesmo tempo, encaminhar as águas pluviais para fora da edificação. Também pode ser chamado de peitoril a distância deste ao piso da edificação.
• Pergolado: proteção vazada apoiada em colunas compostas por elementos paralelos.
• Permeabilidade: capacidade que um revestimento tem de permitir a passagem de vapor de água.
• Pilar: elemento estrutural vertical de seção retangular.
• Pilotis: conjunto de pilares que sustentam uma edificação deixando o piso térreo com área livre.
• Pivotante: esquadria que abre tanto para fora quanto para dentro.
• Prumo: barbante com peso utilizado em diversas etapas de uma construção.

Q

• Quiosque: pequena construção utilizada em jardins e áreas de lazer.

R

• Rebarba: massa que escapa ao se comprimir os tijolos.
• Reboco: massa utilizada no revestimento de paredes.
• Recuo: afastamento de uma edificação em relação a um dado referencial.
• Rejunte: fechamento das juntas de alvenaria entre os materiais de acabamento.
• Respaldar: aplainar, alisar ou desempenar uma superfície.
• Respiro: abertura que possibilita a ventilação de ambientes, utilizado geralmente em armários e depósitos.
• Ripa: peça de madeira fina que sustenta elementos como as telhas.
• Rufo: elemento que se encontra entre os pontos de encontro de telhados e paredes.

S

• Sacada: elemento arquitetônico que se projeta para fora das paredes.
• Sanca: moldura colocada entre as paredes e os tetos.
• Sapata: elemento estrutural de concreto cuja função é distribuir a carga de uma edificação sobre o terreno.
• Sarrafo: tira larga de madeira.
• Seixo rolado: pedra arredondada usada em decoração ou arquitetura.
• Soleira: degrau que antecede o vão das portas.

T

• Talude: rampa inclinada de terra que funciona como muro de arrimo, impedindo o desmoronamento do solo.
• Tempo em aberto: tempo disponível para colocar uma cerâmica entre o momento que a argamassa se estende sobre a base e o momento em que se perde sua capacidade de colar adequadamente.
• Tempo de ajustibilidade: tempo disponível para corrigir a posição da peça depois do seu assentamento, sem perda significativa das resistências finais.
• Terça: viga de madeira que sustenta os caibros do telhado.
• Terraço: ambiente descoberto anexo a uma construção em qualquer pavimento.
• Terraplenar: ato de preencher um espaço com terra até chegar ao nível desejado.
• Tesoura: armação em formato triangular, no telhado, que vence grandes vãos sem o auxílio de paredes.
• Tijolo de espelho: tijolo assentado com a maior face à vista.
• Tirante: viga horizontal das tesouras que concentra os esforços de tração ; barra de ferro que absorve os empuxos laterais de paredes evitando que desmoronem.
• Transferência: propriedade da argamassa de deformar – se sob a peça, de modo a obter uma superfície de contato base / argamassa / peça – máxima. Depende da espessura da argamassa, da pressão feita sobre a peça ( batendo – a ) e do tempo em aberto.

V

• Vão: espaço reservado para colocação de portas e janelas ; distância a ser vencida por uma laje.
• Verga: viga que apóia a continuação das paredes sobre portas e janelas.
• Viga: elemento estrutural no plano horizontal que tem como função receber a carga de uma laje.

Z

• Zenital: iluminação vertical a partir de clarabóia ou domo.